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Geórgia: Um efervescente país no alto do Cáucaso

O fotógrafo holandês, Stijn Hoekstra, realizou um ensaio para uma revista holandesa na qual mostra o contraste cosmopolita da capital com as tradições caucasianas no interior
Geórgia: Um efervescente país no alto do Cáucaso

Com uma história que começa no ano 2000 a.C. e se estende até hoje, a Géorgia é um país velho, mas com uma alma jovem.

Estabelecido aos pés da Cordilheira do Cáucaso, numa região que marca a divisa continental entre Europa e a Ásia, essa pequena nação tem investido na revitalização de sua infraestrutura pública e no incentivo ao turismo. Isso vem atraindo diversos turistas e exploradores para o lugar.

No entanto, enquanto as grandes cidades do país passam passa por esse momento de efervescência cosmopolita, o interior do país ainda mantém as suas características e tradições mais rurais e típicas da cultura alpina.

Para registrar esse contraste, o fotógrafo holandês, Stijn Hoekstra, viajou para a Géorgia com o objetivo de realizar um ensaio para a revista de Volkskrant contando a história do povo georgiano.

Sem sair do sofá e da segurança da sua casa, a Beatnik te leva hoje para conhecer um pouco das paisagens e culturas desse país. Vem conferir com a gente o ensaio sobre Georgia e vamos conhecer um pouco das belas paisagens não muito exploradas desse pequeno país. Essa viagem foi registrada no ano de 2018!

Bora lá?

 

A capital

A aventura de Stijn começou pela capital e maior cidade, Tbilisi. Chamada de lar pelos seus cerca de 1,1 milhão de habitantes, o lugar também é o principal
centro financeiro e cultural do país, servindo também como porta de entrada dos turistas.

A cidade fica a margem do rio Cura, que molda o formato das ruas que seguem sua margem. As colinas íngremes formadas pela cordilheira do Cáucaso também pode ser vistas de todos os cantos da cidade, como se as montanhas formassem uma muralha que cerca e protege a cidade.

Aproveitando-se do relevo, a cidade possui vários pontos de observação, que
promovem uma vista privilegiada da cidade. Uma delas é a Bridge of Peace, uma ponte de pedestres em formato de arco, construída com aço e vidro, e iluminada por luzes LED. O caminho para quem cruza a ponte termina no Rhike Park, onde também se encontra o Centro de Convenções em formato de duas tubas de aço, onde shows e eventos são planejados.

Culturalmente, a Géorgia abriga uma diversidade demográfica que abrange povos de várias culturas diferentes. Devido à sua localização estratégica, o país foi um dos principais caminhos da Rota da Seda, que ligava o comércio da Europa à Ásia. A maioria dos que ficaram na região são cristãos ortodoxos, mas a capital é um dos poucos lugares do mundo em que se pode encontrar uma sinagoga ao lado de uma mesquita.

 

 

 

 

Arquitetura

A arquitetura do país é marcada por construções medievais e cúpulas orientais.

No meio do caminho em Tbilisi é possível encontrar mansões otomanas, com suas características janelas e sacadas de madeira. Além disso, as amplas avenidas que conectam os folclóricos palácios stalinistas remetem ao passado do país, que já foi dominado pela antiga União Soviética.

Desde 2003, a Geórgia vem investindo pesado no turismo. O ex presidente naquela época, Saakashvili, colocou a indústria turística como pilar importante para o desenvolvimento econômico da região. Desta forma, a arquitetura georgiana passou por inúmeras transformações para deixar o país mais parecido com uma nação moderna.

Além disso, essa revolução vem transformando a auto-estima do país, que se vê cada vez mais como rota de destinos internacionais e o crescente número de turistas que vão ao país com o passar dos anos.

Mas enquanto as cidades se transformam, a tradicional Geórgia continua a
resistir à medida que entramos no interior do país. A viagem de Stijn continua ao norte do país, com destino às Montanhas Kazbek.

 

 

 

O interior

Essa região mais ao interior do país é a responsável por delimitar a fronteira com a Rússia e abriga as maiores altitudes da Cordilheira do Cáucaso, com relevos que chegam aos 5047 metros de altura.

Ao pé das montanhas está a pequena vila de Stepantsminda. Com seus mais de 1 mil habitantes, o lugar foi batizado em homenagem a um monge ortodoxo chamado Stephan, responsável pela estabilização do lugar. A vila em seguida, pela sua localização perto das montanhas e da fronteira com a Rússia, viraria uma rota militar importante do país.

A região das Montanhas Kazbek fazem parte de muitos mitos e contos folclóricos da Geórgia, o que faz com que seus cidadãos tenham muito carinho e afeto. O lugar é uma reserva natural protegida desde 1979, o que garante que os visitantes possam ver de perto a natureza preservada da região.

 

 

 

 

Deu para matar um pouco da saudade de viajar, traveler? Esperamos que em breve possamos fazer isso com segurança. Enquanto isso, confira um pouco mais do trabalho do fotógrafo holandês em seu Behance, no Instagram e no portfólio online.

Se você manja de holandês, então, pode ler a matéria completa publicada em 2018 na Volksrant e treinar um pouco da língua.

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